<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7663305166358639242</id><updated>2012-02-16T08:30:49.269-08:00</updated><title type='text'>Língua, literatura e afins.</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://linguagenseafins.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7663305166358639242/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linguagenseafins.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Soninha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15830869561020347232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7663305166358639242.post-3331129233895131261</id><published>2010-05-17T10:35:00.000-07:00</published><updated>2010-05-17T10:35:12.205-07:00</updated><title type='text'>SIMULADO UNICAMP</title><content type='html'>Redação - Texto 1&lt;br /&gt;Leia a matéria abaixo, publicada na revista acadêmica Pesquisa Rio. Imagine que um diretor de uma escola se entusiasmou com o projeto e decidiu divulgá-lo no site de sua instituição. Para isso fez uma pequena entrevista com a coordenadora da Oficina de Experimentação Corporal mencionada na matéria. Crie essa entrevista, marcada pelo discurso oral formal, na qual deverão constar, necessariamente:&lt;br /&gt;• três perguntas que explorem dados importantes da matéria;&lt;br /&gt;e&lt;br /&gt;• as respectivas respostas, também com base na matéria.&lt;br /&gt;Lembre-se de que não deverá recorrer à mera colagem de trechos do texto lido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perceber sem ver&lt;br /&gt;Imagine não conseguir ver o mundo que nos cerca e, mesmo assim, ter que aprender a viver nele. Esse desafio é uma realidade para mais de 1 milhão de cegos e 4 milhões de pessoas com deficiência visual que vivem no Brasil.&lt;br /&gt;No Instituto Benjamim Constant (IBC), a Oficina de Experimentação Corporal, coordenada pela professora Márcia Moraes, procura promover e ampliar os modos pelos quais as pessoas com deficiência visual experimentam e conhecem o próprio corpo e o mundo à sua volta.&lt;br /&gt;O trabalho, que contou com o apoio da FAPERJ (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro), é realizado por meio de uma parceria entre a UFF (Universidade Federal Fluminense) e o IBC, e conta com nove jovens – graduandos e mestrandos de psicologia da UFF e estudantes de dança da pós-graduação da Faculdade Escola Angel Vianna – que organizam as oficinas. Nelas, procura-se trabalhar a percepção do corpo, os movimentos, a noção de espaço e as diferentes texturas dos objetos. A finalidade é que, por meio dessas experimentações e sensibilizações corporais, os integrantes do grupo possam conhecer melhor o espaço a sua volta, o outro e a si mesmos, o que contribui para uma maior autonomia e independência do grupo. Os encontros,&lt;br /&gt;que ocorrem duas vezes por semana, têm duas horas de duração.&lt;br /&gt;Em 2008, o grupo deixou de trabalhar com crianças e passou a fazer oficinas com jovens e adultos com cegueira adquirida ou com baixa visão. Os exemplos bem-sucedidos têm sido muitos.&lt;br /&gt;“Quando você perde a visão, você morre e nasce de novo”, fala Camila Araújo Alves, de 18 anos, cega desde os 14, por conta de uma doença congênita. Da revolta à aceitação, Camila passou por várias fases difíceis enquanto perdia gradativamente a visão. A determinação para ingressar na universidade a levou a estudar com enorme afinco. O resultado compensou: dos seis vestibulares que prestou, passou em quatro e acabou optando pelo curso de psicologia da UFF, onde conheceu a coordenadora da oficina. Camila não só começou a participar das oficinas de experimentação corporal como também é membro da equipe de pesquisa. Além disso, passou pelos cursos de reabilitação no instituto. “Nas aulas de Atividades da Vida Diária e de Orientação e Mobilidade reaprendi a fazer uma série de atividades cotidianas e pude reconquistar certa autonomia. Hoje moro com minha prima e me viro sozinha.”&lt;br /&gt;(Adaptado de “Perceber sem ver”, Pesquisa Rio, março de 2010, ano III, número 10.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redação - Texto 2&lt;br /&gt;Leia a crônica abaixo e coloque-se na posição de um adulto que teve uma experiência escolar de “menino triste” e resolveu relatá-la em uma carta endereçada ao autor da crônica. Nessa carta, marcada por uma interlocução bem definida, você deverá:&lt;br /&gt;• relatar sua experiência escolar de menino triste;&lt;br /&gt;e&lt;br /&gt;• relacionar essa experiência com a posição de M-1 ou de M-2, mostrando como sua escola lidou com a questão.&lt;br /&gt;Lembre-se de que não deverá recorrer à mera colagem de trechos do texto lido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olho de menino triste&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas pessoas que não conheço dialogam no ônibus e participo, em silêncio, ouvindo e pensando. Adorável conversa a três na qual apenas dois falam.&lt;br /&gt;M-1 é a moça um. M-2 é a moça dois, a interlocutora. A-T sou eu. Elas conversavam, eu ouvia e pensava.&lt;br /&gt;M-1 – Nada me comove mais que olho de menino triste. Você não tem vontade de chorar?&lt;br /&gt;M-2 – Ah, minha filha, eu nem olho muito. De triste já chega a vida. Finjo que não vejo e só reparo os meninos alegres, aqueles comunicativos. Criança, para mim, tem que ser feito aquelas dos anúncios: sempre perfeitas, fortes, gordas, engraçadinhas e modelares.&lt;br /&gt;M-1 – Também acho, mas quando vejo uma criança de olho triste, não consigo me desligar do que ela estará pedindo sem falar. Fico numa agonia danada querendo adivinhar qual é o seu problema. Tenho certeza de que ninguém alcança.&lt;br /&gt;A-T – Não adianta, moça. O inconsciente humano, assim como carrega o passado do homem e da espécie, também tem germens de antecipação do futuro. As dores da humanidade, presentes, passadas e por vir, já acompanham algumas pessoas. E modelam seus rostos, olhos e mensagens corporais silenciosas...&lt;br /&gt;M-2 – Deixa isso pra lá. A gente não vai salvar o mundo, mesmo. Se você ficar sempre olhando o lado triste quem acaba na fossa é você e sem nenhum proveito. Fossa pega, menina. E quem fica na fossa não tira ninguém dela. Sei lá. Se você ficar triste, por causa dele, o menino de olho triste vai ficar mais triste ainda.&lt;br /&gt;M-1 – Pode ser que você tenha razão. Mas se fico negando a parte triste e transformo tudo em alegria, tenho a sensação de estar enganando minhas crianças (nessa hora, percebi que ambas eram professoras). O que é que vou fazer, se lá no colégio sinto mais simpatia pelos que ficam quietinhos, morrendo de medo dos outros, loucos de vontade de brincar mas sem coragem de se enturmar.&lt;br /&gt;A-T – Esses vão ser assim sempre. Claro que terão, na mocidade, um período de reação, no qual tentarão se extroverter e nesse afã seguramente hão de exagerar. Lentamente, porém, como um rio após a enchente, voltarão para o leito de sua disposição inata e seguirão pela vida sempre olhando os brinquedos do lado de fora da vitrina.&lt;br /&gt;M-2 – Bobagem sua. Com jeito, você pode ir atraindo os mais encabulados para a brincadeira dos outros. Se eles sentem que você está com peninha, nunca vão reagir. Vão é se basear na sua pena para ficar ainda mais tristes.&lt;br /&gt;M-1 – E você pensa que não tenho tentado? É que observei que os meninos tristes, mesmo quando incentivados a brincar com os demais, acabam voltando ao que são, dentro da brincadeira. Os mais alegres e soltos sempre levam a melhor. Fico pensando se não seria o caso de se inventar uma pedagogia especial para a sensibilidade. Não há currículo? Não há nota? Não há teste de inteligência e de habilidades psicomotoras? Se tudo isso é importante, por que a escola não inventa, também, um tipo de currículo ou de pedagogia ou até mesmo escolas especiais para as crianças mais sensíveis? Acho que, se a gente consegue integrá-las na média, mais do que educando estará é violentando uma parte boa delas. Você não acha?&lt;br /&gt;M-2 – Não acho, não. Se a escola conseguir formar e aprimorar sensibilidades, você acha que depois, na vida aqui de fora, haverá a mesma compreensão para os sensíveis? Essa não. Não é o mundo que tem que se adaptar às pessoas. Elas é que têm que se adaptar ao mundo.&lt;br /&gt;A-T – Estava na hora de saltar. Desci feliz. Uma conversa como esta, de duas professoras, mostra que o mundo pode ser salvo. Mas fiquei pensando: talvez sejam os meninos tristes que o salvarão, sempre que a escola, um dia, os entenda e aprenda a cuidar-lhes sensibilidade e emoção da mesma maneira que se lhes aprimora a inteligência. Mas pedagogias à parte: haverá algo mais apatetante, culposo e dolorido que menino de olho triste? (Artur da Távola. Mevitevendo (Crônicas). Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1996: 25-27.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SIMULADO&lt;br /&gt;Redação - Texto 3&lt;br /&gt;Coloque-se na posição de um jornalista que, com base na leitura do texto abaixo, deverá escrever um editorial, isto é, um artigo jornalístico opinativo, para um importante jornal do país, discutindo o crescimento do e-lixo no Brasil. Seu texto deverá, necessariamente:&lt;br /&gt;• abordar dois dos problemas relacionados ao crescimento do e-lixo no Brasil levantados pelo texto abaixo;&lt;br /&gt;e&lt;br /&gt;• apontar uma forma possível de enfrentar esse crescimento.&lt;br /&gt;Atenção: Por se tratar de um editorial, você deverá atribuir um título ao seu texto. Lembre-se de que não deverá recorrer à mera colagem de trechos do texto lido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aumento na geração de e-lixo e responsabilidade compartilhada&lt;br /&gt;Quando você descarta um equipamento eletrônico, você está gerando o que se conhece como “e-lixo”. São materiais tais como pilhas, baterias, celulares, computadores, televisores, DVD’s, CD’s, rádios, lâmpadas fluorescentes e muitos outros que, se não tiverem uma destinação adequada, vão parar em aterros comuns e contaminar o solo e as águas, trazendo danos para o meio ambiente e para a saúde humana. Com a rápida modernização das tecnologias, os aparelhos tornam-se ultrapassados em uma velocidade assustadora. Na composição dos equipamentos eletrônicos existem substâncias tóxicas como mercúrio, chumbo, cádmio, belírio e&lt;br /&gt;arsênio – altamente perigosos à saúde humana. A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu em 22 de fevereiro de 2010 medidas urgentes contra o crescimento exponencial do lixo de origem eletrônica em países emergentes como o Brasil. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) apresentou um relatório que ressalta a urgência de estabelecer um processo ambicioso e regulado de coleta e gestão adequada do lixo eletrônico uma vez que a geração desse lixo cresce mundialmente a uma taxa de cerca de 40 milhões de toneladas por ano.&lt;br /&gt;Casemiro Tércio Carvalho, coordenador de planejamento ambiental da Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo, credita a posição do Brasil à ampliação da inclusão digital no país e ao aumento do poder aquisitivo das classes C, D e E. Para o professor Fernando S. Meirelles, da FGV (Fundação Getúlio Vargas), a questão do lixo eletrônico no Brasil não é necessariamente um problema de governo. "É um fator cultural. O mercado de reciclados ainda é muito incipiente e não há coletores suficientes." Embora ainda tramite no Senado o projeto de lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS (aprovado pela Câmara dos Deputados em março de 2010 após 19 anos de tramitação), é possível fazer alguns comentários sobre o conjunto de obrigações legais que estruturarão juridicamente, no Brasil, a Logística Reversa (o retorno do equipamento usado para o fabricante ou comerciante), que tem como implicação a Responsabilidade Compartilhada entre os Produtores/Fabricantes, os Comerciantes e Distribuidores, e os Consumidores. Está visto que não adianta a boa vontade dos consumidores se não existir uma infraestrutura de recolha do lixo eletrônico. É essa falta de estrutura que representa o grande entrave na política de gestão prevista na PNRS. Não podemos ignorar que a nossa cultura de gestão de resíduos é "zero". Daí porque o planejamento de política pública é o ponto inicial para qualquer medida que pretenda ser eficaz nessa área. (Adaptado das seguintes fontes: http://www.e-lixo.org/elixo.html (acessado em abril de 2010), www.uol.com.br por Juan Palop (publicada em 22.02.2010) e http://lixoeletronico.org por Diogo Guanabara (publicado em 20.04.2010))&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7663305166358639242-3331129233895131261?l=linguagenseafins.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linguagenseafins.blogspot.com/feeds/3331129233895131261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://linguagenseafins.blogspot.com/2010/05/simulado-unicamp.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7663305166358639242/posts/default/3331129233895131261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7663305166358639242/posts/default/3331129233895131261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linguagenseafins.blogspot.com/2010/05/simulado-unicamp.html' title='SIMULADO UNICAMP'/><author><name>Soninha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15830869561020347232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7663305166358639242.post-3380473868987575400</id><published>2010-03-29T07:07:00.000-07:00</published><updated>2010-03-29T07:10:29.728-07:00</updated><title type='text'>Lista de livros Unicamp e Fuvest</title><content type='html'>&lt;div style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;# "Auto da Barca do Inferno", de Gil Vicente;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;# "Memórias de um Sargento de Milícias", de Manuel Antônio de Almeida;&lt;br /&gt;# "Iracema", de José de Alencar;&lt;br /&gt;# "Dom Casmurro", de Machado de Assis;&lt;br /&gt;# "A Cidade e as Serras", de Eça de Queirós;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;# "O Cortiço", de Aluísio Azevedo;&lt;br /&gt;# "Capitães da Areia", de Jorge Amado;&lt;br /&gt;# "Vidas Secas", de Graciliano Ramos; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;# "Antologia Poética (com base na 2ª edição aumentada)", de Vinícius de Moraes;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7663305166358639242-3380473868987575400?l=linguagenseafins.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linguagenseafins.blogspot.com/feeds/3380473868987575400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://linguagenseafins.blogspot.com/2010/03/aula-de-origens-da-lingua-portuguesa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7663305166358639242/posts/default/3380473868987575400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7663305166358639242/posts/default/3380473868987575400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linguagenseafins.blogspot.com/2010/03/aula-de-origens-da-lingua-portuguesa.html' title='Lista de livros Unicamp e Fuvest'/><author><name>Soninha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15830869561020347232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
